Cincork vai reforçar auscultação e sensibilização dos empresários

Cincork vai reforçar auscultação e sensibilização dos empresários

 

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O Cincork – Centro de Formação Profissional da Indústria de Cortiça pretende envolver mais os empresários no seu projecto de formação, conclusão principal tirada numa mesa redonda realizada a 19 de Julho, cujo objectivo foi o de adequar a oferta formativa para 2012 face as necessidades do sector.

“Vamos ter de ponderar e reflectir para que o nosso plano formativo possa ser ajustado”, referiu Ana Paula Fernandes, a presidente do Conselho de Administração, no final da mesa redonda que juntou vários agentes do meio e de entidades a ele ligados, nomeadamente, empresários, técnicos, representantes da autarquia local, do Centro de Emprego de S. João da Madeira e de um dos Sindicatos sectoriais.

A sessão foi dinamizada por Rui Fiolhais, gestor do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH).
Falando em “grande desafio”, Ana Paula Fernandes reforçou o empenho do Centro em trabalhar esta área, acatando as recomendações saídas deste fórum. 

Alguns dos participantes vincaram que o Centro terá de ser mais proactivo junto dos empresários, acercando-se, em especial, daqueles que ainda não se apercebem da importância da formação para o desenvolvimento das respectivas empresas. O Cincork foi aconselhado a ir junto deles para apresentar a sua oferta formativa bem como para ajudar a fazer o levantamento de necessidades de formação.

Refira-se que o encontro serviu, ainda, para o Cincork apresentar os resultados de um inquérito realizado junto das empresas, para avaliar as necessidades formativas, tendo em vista a estruturação do plano de oferta formativa para o ano de 2012.

As conclusões realçaram que cada vez mais as empresas solicitam um incremento da oferta formativa direcionada para as áreas da qualidade, ambiente e segurança, cortiça e segurança alimentar.

Rui Fiolhais salientou que as empresas têm dado mostras de “maturidade” quando solicitam acções e programas de formação, nomeadamente, na vertente da qualidade, assinalando, no entanto, que muito há ainda por fazer.

Uma forte aposta na requalificação de activos foi outra das sugestões que saiu da sessão, sendo acompanhada pela ideia da importância do “saber de experiência feito” existente na indústria e que pode ser potenciado em termos de passagem de conhecimentos na formação.

Sumariando o essencial das intervenções, Rui Fiolhais acentuou a importância de se estruturar, a breve prazo, uma campanha de divulgação e promoção dos empregos disponibilizados pela fileira da cortiça de forma a engrandecer socialmente o exercício das profissões no sector, em especial junto dos jovens.

A publicitação das oportunidades que vão despontando, muito ligadas a áreas como a criatividade e a inovação, e também com a crescente internacionalização do sector, poderão ajudar neste processo.

A sessão permitiu, ainda, a geração de muitas outras ideias nomeadamente, a necessidade de ajustamento dos timings da formação aos ciclos produtivos da indústria, a necessidade de levar a formação a outras regiões do país, a importância da formação de sensibilização e reciclagem dos activos e, por último, foi reforçada a ideia de se garantir a melhoria contínua da qualidade da formação.

Para mais informação:
Amélia Barros, Directora em regime de substituição do
Cincork – Centro de Formação Profissional da Indústria de Cortiça

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